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Aqui é o templo sagrado, em que nos permitimos desfrutar o contemplar da Vida, do Amor, da Alegria, do Perdão, da Gratidão, da Felicidade Plena, da verdadeira Paz ... tudo de bom. Navegue à vontade, deleite-se e se entregue plenamente com todo seu Ser. Um cantinho de amor, realizado para todos nós.

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EU sou presença Divina da Luz. Eu sou o EU

EU sou presença Divina do Amor. Eu sou o EU

EU sou presença de Deus em ação. Eu sou o EU

EU sou a porta aberta do meu coração, que, nada, nem ninguém pode fechar. Eu sou o EU.

sábado, 8 de novembro de 2014

BENEFÍCIOS DA TAPIOCA



Conheça os benefícios da tapioca para a saúde e veja algumas dicas de consumo desse alimento que é rico em fibras, carboidratos e vitaminas.
tapioca é um rizoma de amido que é principalmente cultivada nos climas quentes da África, Ásia e América do Sul. A tapioca não deve ser comido cru. Isto é porque contém quantidades tóxicas de glicósidos cianogênicos, que podem ser reduzidos para níveis inócuos por cozinhar. Além da cana, a tapioca é uma das mais ricas fontes de hidratos de carbono. A tapioca é excelente fonte de Carboidratos, Vitamina B9 (ácido fólico, ácido fólico), Vitamina CMagnésio, Manganês, Cobre.

Os Benefícios da Tapioca Para a Saúde:

* Aumento da função imune
* Proteção contra doenças cardíacas
* Retardar o envelhecimento
* Reparo do DNA e Proteção
* Alívio da Doença Cardiovascular
* Alívio da Hipertensão (Alta Pressão Sanguínea)
* Proteção de Alzheimer
* Proteção Osteoporose
* Redução do Risco de Diabetes Tipo II
* Redução da freqüência de enxaqueca
* Alívio da Síndrome Pré-Menstrual (TPM)
* Proteção antioxidante
* Prevenção de crises de epilepsia
* Prevenção de Alopecia (Ponto calvície)
Como escolher tapioca: Procure raízes firmes com pouco cheiro e sem sinais de cor diferentes.
A tapioca (aipim ou macaxeira) é um dos alimentos mais conhecidos e mais consumidos no Brasil. Trata-se de um prato típico indígena, sendo usada em várias receitas em quase todas as regiões brasileiras. É um alimento rico em fibras, vitaminas e carboidratos, que garante muita energia para o nosso corpo. Essa raiz tuberosa possui propriedades que ajudam a aumentar os níveis de serotonina (responsável pela sensação de bem estar) no nosso cérebro.
Características da tapioca
A tapioca, também conhecida como aipim e macaxeira é uma planta da espécie Manihot Esculenta, da qual fazem parte de mais de 7000 espécies, encontrada nativo na região sudeste da Amazônia. É cultivada em diversas regiões tropicais e subtropicais do mundo, por se tratar de uma planta com raízes comestíveis.
As raízes tuberosas são as partes mais consumidas da tapioca, sendo considerada uma excelente fonte de carboidratos, vitaminas e quantidades de amido. Esses elementos são essenciais para o nosso organismo e para nossa saúde.
Os benefícios da tapioca para a saúde:
1.  Ajuda a manter os ossos saudáveis e a controlar os impulsos nervosos;
2. Possui carboidratos, tendo alto valor energético e não contém proteínas. Ela é rica em sais minerais, como o cálcio, ferro e fósforo. Além de possuir vitaminas do complexo B e grandes quantidades de potássio;
3. É uma excelente fonte de fibras vegetais, que ajudam no bom funcionamento do intestino;
4.  É rica em amido. Uma grande vantagem é que não possuem glúten, podendo ser consumida por pessoas portadoras de doenças celíacas (que tem intolerância ao glúten);
5. Além das funções nutricionais, a tapioca pode ser utilizada para o tratamento externo de artrite, edemas e abscessos;
6. O consumo dessa raiz também ajuda na produção de serotonina (neurotransmissor responsável pela sensação de bem estar) no nosso cérebro.
Além de todos esses benefícios para a saúde, algumas indústrias apostam em produtos feitos a partir da mandioca e destinados ao tratamento de cabelos. Esses cosméticos são shampoos, condicionadores e máscaras que prometem dar brilho, maciez e ajudar no crescimento dos fios. O consumo em excesso da tapioca pode causar o aumento de peso. O ideal é consumi-la em pequenas quantidades diariamente, ou substituí-la por outros tipos de carboidratos.
Dicas de consumo
A mandioca pode ser transformada em farinha, que é uma das formas mais utilizadas. A tapioca é um alimento típico indígena, feito da farinha de mandioca e muito utilizado em diversas regiões. Além dessas formas, a tapioca ainda pode ser consumida em: beiju, sopas, pirões, mingaus e bolos.
Abaixo algumas receitas com tapioca:
Beiju


Ingredientes:
* 2 xícaras (chá) de polvilho doce
* ½ xícara (chá) de água
* Sal a gosto
* Mussarela fatiada
* Manteiga ou margarina

Modo de Preparo:
- Em uma tigela, coloque o polvilho e umedeça com a água misturando com a ponta dos dedos até ficar com consistência de farinha granulada e úmida
- Passe por uma peneira e reserve
- Aqueça uma frigideira e coloque aos poucos o polvilho cobrindo todos os espaços da frigideira até formar uma camada uniforme
- Espere a massa ficar unida como se fosse uma panqueca e vire para secar do outro lado
- Espalhe manteiga (ou margarina) sobre o beiju
- Retire do fogo, coloque uma fatia de mussarela, enrole e sirva
Informações adicionais
Variações: A mussarela é só uma dica. Pode-se variar usando outros tipos de queijos, presunto, carnes ou recheios doces. É só usar a criatividade.
Sopa de Tapioca
Ingredientes:
* 1 xícara de tapioca
* 1 gema
* 2 l de caldo bem temperado
* 3 colheres de sopa de manteiga
Modo de preparo: 
- Coloque o caldo para ferver, junte a tapioca, espalhando bem para evitar que encaroce
- Cozinhe por 10 minutos, mexendo sempre com a colher de pau, a fogo brando
- Misture a manteiga com a gema
- Coloque no fundo de uma sopeira, despeje por cima a sopa a ferver
- Misture e sirva

Pirão de Tapioca
Ingredientes (serve 4 porções)
* 1/2 cebola pequena cortada em cubos
* 1 tomate bem maduro picado sem sementes
* 1 dente de alho pequeno picadinho
* 2 colheres de sopa de azeite
* 500 ml de água
* 2 colheres de sopa de tapioca
* 5 colheres de sopa de leite de coco
* 1 pitada de colorau
* 3 colheres de sopa de cebolinha verde picada
* sal e pimenta a gosto
Modo de Preparo
Em uma panela refogue a cebola, o alho e o tomate junto com azeite, depois acrescente a água, a tapioca, mexendo bem para não empelotar. Coloque o leite de coco, colorau e tempere com sal e pimenta, finalizando com a cebolinha verde. Deixe cozinhar e pronto! Caso lhe agrade, uma dose extra de pimenta vai bem! Não coloquei peixe no pirão, mas isso é a gosto!
Mingau de Tapioca
Ingredientes
* 1 litro de leite
* 1 xícara (de chá) de leite de coco
* 1 xícara (de chá) de farinha de tapioca
* 1 pitada de sal
* 1/4 de xícara (de chá) de açúcar
* 5 cravos
* 1 canela em pau
* Canela em pó para polvilhar
Modo de Preparo
Coloque o leite frio em uma panela e misture todos os outros ingredientes. Leve ao fogo, quando ferver abaixe o fogo e continue mexendo. Deixe cozinhar uns minutinhos. Ele vai engrossar. Despeje em uma tigela ou em canecas individuais, polvilhe canela em pó e sirva quente.
Dica:
Fica muito mais gostoso se você fizer com o coco fresco, mas dá para fazer com um bom leite de coco de garrafinha.
Não deixe ficar muito grosso, pois quando esfria ele tende a ficar mais grosso ainda.
Se quiser o mingau mais ralo, acrescente mais leite, se quiser mais grosso acrescente mais farinha de tapioca.

Bolo de Tapioca
Ingredientes
* 2 xícara(s) (chá) de açúcar
* 1 xícara(s) (chá) de farinha de trigo
* 3 xícara(s) (chá) de farinha de tapioca
* 1 xícara(s) (chá) de leite
* 4 unidade(s) de ovo
* 1 vidro(s) de leite de coco
* 2 colher(es) (chá) de fermento químico em pó
* 2 colher(es) (sopa) de queijo ralado
* 1 xícara(s) (chá) de margarina
Modo de preparo:
- Bata os ovos, vá adicionando o açúcar, a manteiga, depois de bater bem a farinha de trigo e o fermento.
- Desligue a batedeira e coloque o restante dos ingredientes.
- Mexa suavemente com uma colher e coloque em uma forma pequena untada e polvilhada.
- Asse em forno quente.
Dicas
Deixe a farinha de tapioca de molho por 1 hora, em seguida esprema para tirar toda a água.
Depois utilize na receita.
Decore com coco ralado.
Tapioca: quatro motivos para incluir o alimento na sua rotina
Fazer substituições inteligentes faz parte de uma alimentação saudável. De acordo com a nutricionista Andrea Santa Rosa, a tapioca é versátil e pode ser amiga da dieta também. “Uma colher de sopa do alimento possui apenas 70 calorias“, explica a especialista. A seguir, confira quatro ótimos motivos para inserir já a tapioca na sua rotina alimentar.
1 – Não contém glúten
A tapioca não possui a gliadina, uma proteína presente no glúten que colabora para o aumento da inflamação do organismo e da gordura abdominal“, diz Andrea. O alimento também pode ser consumido por diabéticos.
2 – Substitui o pão branco
Para um café da manhã light, Andrea Santa Rosa recomenda substituir o pão branco por tapioca. “O alimento pode ser consumido todos os dias, sem contraindicações. Vale lembrar que o pão branco é proveniente de uma farinha refinada, pobre em nutrientes (vitaminas e minerais). Ele ainda contém glúten, rico em proteínas que não são digeridas pelo intestino“.
3 – Amiga da dieta
Pouco calórica, a tapioca é uma opção saudável quando combinada a recheios e acompanhamentos que seguem a dieta. “Recomendo acrescentar um ovo mexido, pasta de humus com páprica e um fio de azeite com orégano. Se preferir um alimento doce, escolha geleia sem adição de açúcar“, diz a nutricionista.
4 – Prática e versátil
A tapioca pode ser preparada em formato de panqueca e até pizza. “Esta última opção é excelente para o jantar. Basta substituir a massa tradicional, regar com molho de tomate, acrescentar mussarela de búfala e manjericão“, orienta Andrea. Para uma tapioca nutritiva, a nutricionista recomenda o acréscimo de sementes de chia à sua preparação.
Pizza de tapioca com recheio marguerita
Anote a receita do chef Claudio Albuquerque que rende uma porção:
Para fazer a massa da tapioca:

Ingredientes:
* 200g de goma de tapioca
* ½ colher de chá de orégano
Modo de preparo:

Em um recipiente, junte a goma e o orégano e misture. Preaqueça o tabuleiro em fogo baixo e passe a goma na peneira sobre o tabuleiro, cobrindo todo o tabuleiro. Deixe a goma dar liga e vire de lado. Quando os dois lados estiverem unidos, significa que a massa está pronta. Reserve.
Para fazer o recheio marguerita:
Ingredientes:
* 1 massa de tapioca
* 160g de mussarela ralada
* 8 pedaços de tomate (cortado em meia-lua)
* ½ colher (chá) de orégano
* 8 folhas de manjericão
* 1/3 xícara de molho de tomate
Modo de preparo:
Coloque a massa da tapioca no tabuleiro e espalhe a mussarela ralada sobre a massa. Acrescente o molho de tomate e espalhe, distribuindo, em seguida, os pedaços de tomate. Leve ao forno a 180ºC, por 5 minutos, ou até que o queijo esteja derretido. Retire do forno, coloque as folhas de manjericão e o orégano. Prontinho, a tapioca de marguerita está pronta para servir!
Tapioca salgada de linhaça com recheio de ovo mexido e tomate
Para o lanche ou como acompanhamento, a tapioca pode ser servida com recheio doce ou salgado e com diversos sabores diferentes. Nesta receita, a nutricionista funcional Fernanda Scheer une a linhaça com ovo mexido, tomate e orégano na tapioca. Anote:
Ingredientes:
* 1 colher (sopa) de semente de linhaça
* 1 ovo
* 1 tomate picado e sem sementes
* Orégano
* Azeite
* Sal
Modo de preparo:
Incorpore a farinha de tapioca com a semente de linhaça e leve a mistura para uma frigideira bem quente. Quando começar a grudar, vire. Faça um ovo mexido com o tomate, orégano e azeite e acrescente o sal.
Recheie a tapioca com o ovo mexido e feche.
Por que usar a linhaça na receita?
O grão tem o poder de controlar a diabetes, auxilia no bom funcionamento do intestino, contribui para uma pele mais saudável e ainda faz uma “faxina” nas artérias. Tudo isso porque a linhaça tem em sua composição as gorduras do bem monoinsaturadas e as poli-insaturadas ômegas 3 e 6“, explica Fernanda Scheer.


quinta-feira, 6 de novembro de 2014

AS QUEIXAS

Queixar-se é uma das estratégias prediletas do ego para se fortalecer.

Cada reclamação é uma pequena história que a mente cria e na qual acreditamos inteiramente. Não importa se ela é feita em voz alta ou apenas em pensamento. Alguns egos que talvez não tenham muito mais com o que se identificar sobrevivem apenas com queixas. Quando estamos presos a um ego assim, reclamar, sobretudo de alguém, é algo habitual e, é claro, inconsciente, o que mostra que não sabemos o que estamos fazendo.

Uma atitude típica desse padrão é aplicar rótulos mentais negativos às pessoas, seja na frente delas ou, como é mais comum, falando sobre elas com alguém ou até mesmo apenas pensando nelas. Xingar é o modo mais rude de atribuir esses rótulos e de mostrar a necessidade que o ego tem de estar certo e triunfar sobre os outros: "idiota", "desgraçado", "prostituta", “etc”, todas essas afirmações definitivas contra as quais não se pode argumentar.

No nível seguinte, descendo pela escala da inconsciência, estão os gritos.
Não muito abaixo disso se encontra a violência física.

O ressentimento é a emoção que acompanha a queixa e a rotulagem mental dos outros. Ele acrescenta ainda mais energia ao ego. Ressentir-se significa ficar magoado, melindrado ou ofendido. Costumamos nos sentir assim em relação à cobiça das pessoas, à sua desonestidade, à sua falta de integridade, ao que estão fazendo no presente, ao que fizeram no passado, ao que disseram, ao que deixaram de dizer, à atitude que deviam ou não ter tomado. O ego adora isso.

Em vez de detectarmos a inconsciência nos outros, nós a transformamos em sua identidade. Quem é o responsável por isso? Nossa própria inconsciência, o ego em nós. Algumas vezes, a "falta" que apontamos em alguém nem mesmo existe. Ela pode ser um erro total de interpretação, uma projeção feita por uma mente condicionada a ver inimigos e a se considerar sempre certa ou superior.

Em outras ocasiões, a falta pode ter ocorrido; contudo, se nos concentrarmos nela, às vezes excluindo todo o resto, nós a tornamos maior do que ela realmente é. E dessa maneira fortalecemos em nós mesmos aquilo a que reagimos no outro, o ego.

Não reagir ao ego das pessoas é uma das maneiras mais eficazes de não só superarmos nosso próprio ego como também de dissolver o ego humano coletivo.

No entanto, só conseguimos nos abster de reagir quando somos capazes de reconhecer o comportamento de alguém como originário do ego, como uma expressão do distúrbio coletivo da espécie humana insana. Quando compreendemos que não se trata de nada pessoal, a compulsão para reagir desaparece.

Não reagindo ao ego, muitas vezes podemos fazer aflorar a sanidade nos outros, que é a consciência não condicionada em oposição à consciência condicionada. Em determinadas ocasiões, talvez precisemos tomar providências práticas para nos proteger de pessoas profundamente inconscientes. Isso é algo que temos condições de fazer sem torná-las nossas inimigas.

Nossa maior defesa, contudo, é sermos conscientes aqui e agora.

Alguém passa a ser um inimigo quando personalizamos a inconsciência dele que é o ego. A não-reação não é fraqueza, mas força. Outra palavra para não-reação é perdão. Perdoar é ver além, ou melhor, é enxergar através de algo. E ver, através do ego, a sanidade que há em cada ser humano como sua essência.

O ego adora reclamar e se ressente não só de pessoas como de situações.

O que podemos fazer com alguém também conseguimos fazer com uma circunstância: transformá-la num inimigo. Os pontos implícitos são sempre os mesmos: “isso não deveria estar acontecendo”, “não quero estar aqui”, “estou agindo contra minha vontade”, “o tratamento que estou recebendo é injusto”, “etc”. E, é claro, o maior inimigo do ego acima de tudo isso é o momento presente, ou seja, a vida em si, o agora.

Não confunda a queixa com a atitude de informar alguém de uma falha ou de uma deficiência para que elas possam ser sanadas. Além disso, abster-se de reclamar não corresponde necessariamente a tolerar algo de má qualidade nem um mau comportamento.

Não há interferência do ego quando dizemos ao garçom que a comida está fria e precisa ser aquecida - desde que nos atenhamos aos fatos, que são sempre neutros.

"Como você se atreve a me servir uma sopa fria?"
Isso é se queixar, isso é ego.

Nessa situação, existe um "eu" que adora se sentir pessoalmente ofendido pela comida fria e ele aproveitará esse fato ao máximo, um "eu" que aprecia apontar o erro de alguém. A reclamação a que me refiro está a serviço do ego, e não da mudança. Algumas vezes fica óbvio que o ego não deseja que algo se modifique para que possa continuar se queixando e continuar existindo.

Veja se você consegue capturar, ou melhor, perceber, a voz na sua cabeça - talvez no exato instante em que ela esteja reclamando de algo - e reconhecê-la pelo que ela é: a voz do ego, não mais do que um padrão mental condicionado, um pensamento.

Sempre que a observar, compreenderá que você não é ela, e sim aquele que tem consciência dela.

Na verdade, você é a consciência que está consciente da voz.
Atrás, em segundo plano, está a consciência.
À frente, se situa a voz, aquele que pensa, o ego.
Dessa maneira você estará se libertando do ego, livrando-se da mente não observada.

No momento em que você se tornar consciente do ego, a rigor ele não será mais o ego, e sim um velho padrão mental condicionado.

O ego implica inconsciência.
Ele e a consciência não conseguem coexistir.

O velho padrão mental, ou hábito mental, pode sobreviver e se manifestar por mais um tempo porque tem o impulso de milhares de anos de inconsciência humana coletiva atrás de si. No entanto, toda vez que é reconhecido, ele se enfraquece.

Só a prática da auto-observação consciente leva ao despertar da consciência e conseqüentemente com a eliminação do ego.
(para quem realmente que acordar da ilusão)

Fonte: Luz de Gaia    Extraído do livro: “O DESPERTAR DE UMA NOVA CONSCIÊNCIA” de Eckhart Tolle

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

PRATICAR A QUIETUDE

Vamos falar com você de quietude, pois é dentro dos momentos de silêncio que o equilíbrio é restaurado.
Nos dias de hoje como a energia que está inundando a Terra tem aumentado, aqueles que vivem este período vão sentir muito caos e uma aparente falta de equilíbrio nos acontecimentos diários e globais, é muito importante desenvolver a habilidade de manter o seu equilíbrio pessoal em meio a esses tempos difíceis e de mudança.
Nós convidamos você a fazer uma prática de silêncio, fique quieto por alguns minutos várias vezes ao dia, à medida que você praticar e usar esta ferramenta simples se tornará mais fácil e mais rápido chegar ao seu estado de equilíbrio, a quietude permite que seu corpo/mente/emoções/espírito se realinhem.
Quando você perceber que está se sentindo estressado, atormentado, é realmente o momento de fazer uma pausa, ficar quieto e se reiniciar, pratique o silêncio consciente, esta prática mantém seus circuitos abertos para a orientação, isto se tornará tão natural como a respiração e você vai manter um campo de energia equilibrado que irá ajudá-lo em sua interação pessoal com suas experiências de vida e na matrix para o campo de energia global ressoar em estado de equilíbrio.
Como todas as coisas no holojogo esta prática de quietude vai mudar o todo, pequenas ações simples, dedicadas e infundidas com alegria, gratidão e apreço vão ondular para fora de sua vida mudando e transformando totalmente a outra energia que tocar.
Você e outras pessoas que praticam a quietude consciente oferecerão um exemplo, um porto seguro e uma frequência equilibrada para os outros se seguirem e ressoarem, estes números vão aumentar à medida que você oferecer equilíbrio para os campos de energia que interagem com suas atividades diárias, nós encorajamos você a praticar a quietude consciente, este exercício vai abrir muito mais portas da consciência para você e fortalecer a conexão com a sua orientação.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

NÃO CRIAR MAIS DOR NO PRESENTE

Nenhuma vida é inteiramente isenta de dor e de desgosto. Não será preferível aprender a viver com eles do que tentar evitá-los?

A maior parte da dor humana é desnecessária. Cria-se a si própria enquanto for a mente inobservada a dirigir a sua vida.

A dor que você criar agora será sempre uma certa forma de não aceitação, uma certa forma de resistência inconsciente aquilo que é. Ao nível do pensamento, a resistência é uma certa forma de julgamento. Ao nível emocional, é uma certa forma de negatividade.

A intensidade da dor depende do grau de resistência ao momento presente, e essa resistência por seu lado depende de quão fortemente você estiver identificado com a sua mente. A mente procura sempre recusar o Agora e fugir dele.

Por outras palavras, quanto mais identificado você estiver com a sua mente, mais sofrerá. Ou poderá colocar a questão deste modo: quanto mais você honrar e aceitar o Agora, mais livre estará da dor, do sofrimento - e da mente egóica.

Por que é que a mente recusa ou resiste habitualmente ao Agora?

Porque ela não consegue funcionar nem permanecer no poder sem o tempo, que é passado e futuro e, por conseguinte, para ela o Agora representa uma ameaça. De fato, o tempo e a mente são inseparáveis.

Imagine a Terra desprovida de vida humana, habitada apenas por plantas e animais. Teria ela ainda um passado e um futuro? Poderíamos nós falar de tempo de maneira que fizesse sentido? As perguntas "Que horas são?" ou "Que dia é hoje?" - se houvesse quem as fizesse - não fariam qualquer sentido.

O carvalho ou a águia ficariam estupefatos com tais perguntas. "Que horas são?" , perguntariam. "Bem, é claro que é agora. Que mais poderia ser?"

Sim, é certo que precisamos da mente assim como do tempo para funcionarmos neste mundo, mas a certa altura eles tomam conta das nossas vidas, e é aí que a disfunção, a dor e o desgosto se instalam.

A mente, para garantir que permanece no poder, procura constantemente encobrir o momento presente com o passado e o futuro e, assim, ao mesmo tempo que a vitalidade e o infinito potencial criativo do Ser, que é inseparável do Agora, começam a ficar encobertos pelo tempo, também a sua verdadeira natureza começa a ficar encoberta pela mente.

Um fardo de tempo, cada vez mais pesado, tem vindo a acumular-se na mente humana. Todos os indivíduos sofrem sob esse fardo, mas também o tornam mais pesado a cada momento, sempre que ignoram ou recusam esse precioso Agora ou o reduzem a um meio para alcançarem um determinado momento futuro, o qual só existe na mente e nunca na atualidade. A acumulação de tempo na mente humana, coletiva e individual, contém igualmente uma enorme quantidade de dor residual que vem do passado.

Se quiser deixar de criar dor para si e para os outros, se quiser deixar de acrescentar mais dor ao resíduo da dor passada que continua a viver em si, então deixe de criar mais tempo, ou pelo menos crie apenas o tempo necessário para lidar com os aspectos práticos da sua vida.

Como deixar de criar tempo? Compreendendo profundamente que o momento presente é tudo o que você algum dia terá. Faça do Agora o foco principal da sua vida.

Atendendo a que antes você vivia no tempo e fazia curtas visitas ao Agora, estabeleça a sua morada no Agora e faça curtas visitas ao passado e ao futuro quando precisar de lidar com os aspectos práticos da sua situação de vida.

Diga sempre "sim" ao momento presente.

Que poderia ser mais fútil, mais insensato do que criar resistência interior a algo que já é? Que poderia ser mais insensato do que opor-se à própria vida, que é agora e sempre será agora? Submeta-se aquilo que é. Diga "sim" à vida - e verá como de repente a vida começará a trabalhar para si cm vez de contra si.

O momento presente é por vezes inaceitável, desagradável ou terrível. É aquilo que é.

Observe como a mente classifica esse momento e como esse processo de classificação, esse permanente ditar de sentenças, cria dor e infelicidade. Ao observar os mecanismos da mente, você sai para fora dos seus padrões de resistência e então poderá permitir que o momento presente seja. Isso dar-lhe-á um vislumbre do estado interior livre de condições exteriores, do estado de verdadeira paz profunda. Depois veja o que acontece, e tome providências se for necessário ou possível.

Aceite - e depois atue.

Seja o que for que o momento presente contenha, aceite-o como se fosse escolha sua. Trabalhe sempre com ele, não contra ele. Faça dele um amigo e um aliado, e não um inimigo.

Milagrosamente, isso transformará toda a sua vida.

sábado, 1 de novembro de 2014

SENTINDO O CORPO INTERIOR

Embora a identificação com o corpo seja uma das formas mais básicas do ego, o lado bom disso é que, na maioria das vezes, temos condições de superar essa questão.

Não fazemos isso tentando nos convencer de que não somos nosso corpo, e sim desviando a atenção da nossa aparência física e dos pensamentos sobre ela - beleza, feiúra, força, fraqueza, gordura, magreza – para a sensação de energia vital interna. Não importa o aspecto do corpo no plano exterior, pois, além disso, ele é um campo energético intensamente vivo.

Se você não tem familiaridade com a consciência do “corpo interior”, feche os olhos por um momento e descubra se existe vida dentro das suas mãos. Não pergunte á sua mente. Ela responderá: “não sinto nada.” Também é provável que diga: “dê-me algo mais interessante sobre o que pensar”. Então, em vez de dirigir a pergunta a ela, vá direto para suas mãos. Com isso quero dizer o seguinte: torne-se consciente do sentimento sutil de vida que há nelas.

Para percebê-lo, basta manter-se atento. Você poderá ter uma ligeira impressão de tremor no inicio e, depois uma sensação de energia vital. Caso se concentre em suas mãos por alguns instantes, a sensação dessa energia se tornará mais intensa.

Há pessoas que nem sequer precisam fechar os olhos. Elas são capazes de sentir suas “mãos interiores” ao mesmo tempo em que lêem este texto. Em seguida, passe para os pés, fixe a atenção neles por cerca de um minuto e comece a sentir as mãos e os pés simultaneamente. Por fim, inclua outras partes do corpo – pernas, braços, abdômen, tórax, e assim por diante – até estar consciente do corpo inteiro como uma sensação global de energia vital.

O que chamo de “corpo interior” já não é mais o corpo, e sim energia vital, a ponte entre a forma e o informe. Adquira o habito de sentir o corpo interior sempre que for possível. Depois de um tempo, você não precisará mais fechar os olhos para isso.

Por exemplo, veja se é capaz de senti-lo sempre que estiver escutando alguém. Chega a ser um paradoxo: quando estamos em contato com o nosso corpo interior, não estamos mais identificados nem com o corpo nem com a mente. É o mesmo que dizer que não nos identificamos mais com a forma, que estamos nos afastando dessa situação e indo em direção ao sem forma, que podemos também chamar de Ser. Isso é a nossa identidade essencial.

A consciência do corpo não só nos ancora no momento presente como é uma passagem para fora da prisão que é o ego. Além disso, fortalece o sistema imunológico e a capacidade que o corpo tem de curar a si mesmo.